''You know how when you were a little kid and you believed in fairy tales, that fantasy of what your life would be, white dress, prince charming who would carry you away to a castle on a hill. You would lie in bed at night and close your eyes and you had complete and utter faith. Santa Claus, the Tooth Fairy, Prince Charming, they were so close you could taste them, but eventually you grow up, one day you open your eyes and the fairy tale disappears. Most people turn to the things and people they can trust. But the thing is its hard to let go of that fairy tale entirely cause almost everyone has that smallest bit of hope, of faith, that one day they will open their eyes and it will come true.At the end of the day faith is a funny thing. It turns up when you don't really expect it. Its like one day you realize that the fairy tale may be slightly different than you dreamed. The castle, well, it may not be a castle. And its not so important happy ever after, just that its happy right now. See once in a while, once in a blue moon, people will surprise you , and once in a while people may even take your breath away.''

19/05/2012

402

É como se o mundo tivesse várias janelas, cada uma com uma vista diferente, com uma possibilidade diferente. E vamos abrindo essas janelas, até que, em algum momento, tem aquela que não abre, e é bem aquela que a gente quer. Quanto tempo ficamos ali, parados, esperando que uma simples janela, que é só uma oportunidade no meio de tantas outras, ''mude de ideia'' e resolva abrir ? Quantas outras deixamos de abrir durante todo esse tempo ?
Quantas vistas, possibilidades perdidas, uma quantidade de sofrimento e sentimetos ruins tão infemes.

09/05/2012

401

Sentimento é complicado, e demora pra passar. As vezes, é como se não tivesse espaço e a gente crescendo, crescendo, crescendo... Como preso em um aquario, se desenvolvendo como um tubarão.
Machuca, dói, mas é peristaltico, alucidamente descontrolado. E dói tanto que uma hora o aquario estoura, e por algum tempo, parece que tem um oceano inteiro a nossa volta. Vazio, é verdade, mas um oceano.
Até que, de repente, vem um barco e lá vamos nós de novo para outro aquario. Que parece maior no inicio, mas o outro apertou tanto, machucou tanto, que a espera de acontecer de novo o mesmo sufoco é inevitável.
É mais fácil se esconder em um oceano vazio que deixar-se ir pra um aquario de novo. É mais fácil não deixar acontecer tudo de novo. Melhor que sentir demais, falar demais, e principalmente, escrever demais.

08/05/2012

400

Só porque essa banda merece um post especial, The National. Apesar de acreditar que a minha idade já tenha passado do ponto permitido pra ficar postando musiquinha de bandas legais, essa merece, é realmente boa, não só a música, a banda mesmo, ouvi hoje a tarde toda, mais ou menos a mesma empolgação que me causou Muse na adolescencia quando descobri que eles existiam.





03/05/2012

399

Olá meus queridos ! Descobri enfim a finalidade do painel de controle do blog e pra mais me surpreender, descobri que isso aqui tem mais visitas do que eu esperava.
Pra ser sincera, eu não esperava nenhuma, mas realmente me surpreendi com os números. Só não sei se isso é bom ou ruim.
Bom porque se dão ao trabalho de ler o que eu escrevo, assinaram pra receber aualizações. Tenho mais seguidores em blog do que em twitter, pra vocês imaginarem o tanto de besteira que eu falo por lá.
Ruim porque são mais pessoas pra decepcionar com a minha falta de conteúdo dos ultimos tempos.
E que tempos !
Eu já tinha falado no texto anterior dos canibais da cidade do Lula, né ? Pois é, continuo correndo de qualquer empadinha. Não me julguem, não consigo separar os fatos.
Ademais, sem boas noticias. Semama -mês- com inumeras provas significa que eu vou ficar sem conteúdo por um bom tempo.
Enquanto a matéria prima pra um bom texto não vem, vou falar sobre a minha preguiça de festas, muita gente junta e meu ataque de pânico na presença de muita gente. E quem me dera isso fosse um daqueles ataques de ''quero ser diferente'' que as pessoas tem.
Ao ponto de sei lá, falar que a Adele não canta nada como eu li em um blog ontem. Fala que não gosta, não que ela não canta ! Mal gosto de cada um é indiscutivel. Com certeza tem gente no mundo que deve achar o Steve Taylor uma droga enquanto eu amo Aerosmith. Meu mal gosto, me deixa. Mas não se compara a Adele. E o fato é que ela canta, gostem ou não.
Eu posso odiar o vocalista do Oasis, contudo, assumo que as músicas deles me fazem muito feliz.
Estranho é que, são justamente essas pessoas que eu mais vejo se mostrarem como escritores blogeiros introspectivos que estão em todas as baladas possiveis, até impossiveis, como todo mundo, como se tivesse em uma vitrine pra alguém se interessar. Eu não tenho paciência. Diferente é o Sheldon. (Pra quem assiste the big bang theory, vai fazer sentido, pra quem não assite... Diferente é o Hitler. Não pensei em exemplo mais feliz).
Mas se ainda fosse só isso. Todos nós somos ''diferentes'' uns dos outros, contudo temos semelhanças. E qual é o problema disso ?
Me enjoa ver alguer querer se esquivar de qualquer semelhança, de qualquer coisa que seja popular. Tudo que eu mais queria era ter o gosto da maioria das pessoas pra politica, pra música, pra roupa. Garanto que essas pessoas são mais felizes que essas que muitas vezes gostam mas não assumem pra não serem comum.
Mas também tem problema em quem é comum demais, que não tem uma gota de personalidade. Entendem que o que eu quero dizer é que é tudo questão de bom senso ?
É facil dizer, espero eu que eu tenha. Mas o fato é que, isso tão comum nas pessoas, nos lugares, em tudo me irrita e me faz querer ficar em casa.
Não, não sou a cult introspectiva e nunca fui de preferir a minha casa, só nos ultimos meses. Acontece da gente ter essas fases. Acontece muito mais coisas também, mas um texto de blog com certeza não é o lugar pra falar disso.
Essas coisas que acontecem por algum motivo, espero eu que traga algo de bom.

24/04/2012

39(?)

E acho que é a milesima vez que eu começo a escrever alguma coisa. Desde ontem a noite que eu tento, mas apago tudo porque nada parece bom suficiente.
E na verdade, não é. Não tenho um tema interessante sobre qual eu queira muito falar. Não um tema ''bom''.
As últimas notícias que eu li foram : um triângulo amoroso que matava mulheres, recheava empadas com a carne das nádegas e da coxa e vendiam e faziam isso na frente de uma criança de 5 anos; o filho de um cantor sertanejo que está em coma (apesar de comovente, tem muitos casos assim que ninguém fica sabendo); a lei da ficha limpa não foi aprovada.
No estágio, fiz 4 prazos de contra-razões hoje e apesar de aprender muito, não é legal você negar 13ºs salários e enfim. Mas eu sei o lado que tenho que defender e particularmente, trabalhadores não são santos. Pra lástima de muitos. Pelo menos isso me consola.
De resto, nada de novo ou fora de rotina. Os problemas de sempre só mais agudos agora, mas acho que são crônicos, apesar de procurar uma cura insistentemente pra eles.
Ah, uma novidade. Quem somos nós pra julgar maturidade de alguém, não ?
Ando percebendo, nesses dias, que as pessoas que se julgam mais maduras andam por aí tendo as atitudes mais imbecis. Infantis não seria a palavra boa suficiente.
Mas isso não vem ao caso, então, vamos deixar de lado.
Descobri que atingi, sem querer, mais gente do que eu pensava com as coisas que eu escrevo. Por um momento isso me fez satisfeita, mas em seguida, não quero machucar ninguem. Não mais.
Palavras tem esse poder, (in)felizmente.
Sem mais que isso por hoje, preciso resolver minha vida pra escrever algo com clareza de novo algum dia.

22/04/2012

397 - Futebol

Eu, como a maioria do povo brasileiro, tenho verdadeira paixão por futebol. Mas, como a minoria da mesma população, tenho história familiar íntima com esse esporte.
Apesar de ser neta de alguém que além de importante pra mim e me matar de orgulho, é até hoje adimirado por muitos cormecialinos (comercial futebol clube de ribeirão preto) não sou um protigio em futebol, pra falar verdade além de jogar mal, não decoro escalação de times, banco de reservas.
Não sei há quanto tempo o técnico está no time, não leio todas as materias de esporte e nem assisto insistentemente sport tv.
Apesar de ser ligada intimamente com a história da minha família, com futebol e com o clube que está ligado a ela, não faço parte de torcida organizada. Não faço parte da parte insana como a torcida de alguns times por aí que matam.
Torço, choro, e sofro. E não me envergonho disso em nenhum minuto.
E apesar de tudo isso, ainda não consigo entender o que faz as pessoas que não tem nem um décimo dessa historia sair por aí matando por time de futebol.
Ou brigando e discutindo.
Infelizmente, torcida não manda em time, a administração manda. Não é muito diferente do direito, onde o povo paga, mas é a administração pública que decide sobre o que fazer com o dinheiro e francamente, não agrada quase ninguém. Percebem a semelhança ?
O que eu quero dizer, enfim, é que não importa a história de um time, o nome, os jogadores (que chegam a ser um elenco em times no exterior formado por brasileiros que sonham em jogar lá), o que rege tudo isso é dinheiro.
Por mais que eu ame, não morreria por isso. Seria fácil todos lembrarem de mim se eu não existisse mais. Assim são com nomes importantes.
Não importa se tem até feriado com o seu nome, nome de rua, cidade se você não está lá pra ver. Homenagem vale enquanto somos vivos, não mortos. E homenagens para vivos só vem pra aqueles que na maioria das vezes, podem pagar por elas.
Portanto, não se matem por futebol, não vale a pena morrer pra ser insignificante.

15/04/2012

396

Estranho isso de se espelhar em alguém. Isso me deixa tão desconfortável porque de certa forma, parece que vou plagiar alguém. O fato é que de algum jeito, sempre temos em quem nos ''inspirar''. Pai, mãe, ídolos ou encontramos exatamente aquilo que não queremos ser. Não deixa de ser uma forma de ''inspiração''.O que me faz pensar no que, realmente, nós somos. Não dá pra falar, me desculpe os que se acham tão originais, que somos ''nós mesmos'' ou que pelo menos alguns de nós somos. Sempre acabamos absorvendo alguma coisa.O conceito de beleza - de roupas, de pessoas, até de tipo residência...- a moral, os hábitos, os lugares ''bons'' de frequentar. Tudo é influencia do que vemos e escolhemos absorver ou não. O que só pode me levar a concluir que não são os lugares que frequentamos, a família em que nascemos, as roupas que usamos, onde moramos e nem mesmo nossas habilidades e talentos que nos fazem quem somos, são nossas escolhas. E só elas.

23/02/2012

394

Os relacionamentos não são normais. Não são como uma receita de um bolo que tudo na quantidade certa, no forno no tempo certo fica perfeito. As vezes, essas relações tão equilibradas, tão perfeitas, tão simetricas como a receita do bolo, como o próprio, estraga com o tempo. Enquanto isso, relações tão loucas, desmedidas, surgidas do nada, acabadas do nada e ressurgidas de novo são tão intensas que não acabam nunca. Essa loucura, essa vontade, esse impulso... Eu não sei o que é. Pode ser muita coisa, pode passar em 2 meses ou durar pra vida toda.

14/02/2012

393

Como a inocência é bonitinha, né ? Tv ligada no fantastico. Duas ''criaturas'' que provavelmente tiravam raxa causam um acidente de trânsito, matam um feirante de 55 ou 56 anos, não lembro. E o advogado diz que eles são vitimas (me pergunto se terei essa capacidade algum dia). E a filha do feirante que morreu, toda pura fala que tem PENA deles, porque eles não vão conseguir dormir por terem tirado... uma vida. AH TÁ! Alguém que faz isso realmente tem como ponto forte a consciencia mesmo, tá ? Exame feito 4h depois, se recusam a fazer exame de sangue e ainda o laudo diz que não estavam embriagados. Pra ser sincera, as vezes da vontade desistir de qualquer coisa que tenha a ver com justiça... Apesar que aí que vai tudo por agua abaixo mesmo.